Friday, May 25, 2012

Sports in Marilia



 Esporte Clube Comercial em 1943. o ECC depois mudou de nome para MAC - Marília Atlético Clube. Em pé: Benedito Delfino, Bruno, Rui, Zeca, Pepe, Coquinho, Tite, Tião Borgo, Henrique, Carlos Santilli, Edgar e Dema. Agachados: Carlos Cunha, A.Giancurssi, Alonso, Sergio Simões de Paiva [irmão de Amelia Bertonha] e Rubens Venturini.


Esporte Clube Comercial em 1943. Em pé da esquerda à direita: Carlos Santilli, Edgar, Segala, ?, Mingo, Urias, ?.  Agachados: ?, Luizinho, Sergio Paiva, Rubens Venturini, Zé Cerone, Renato e Ruy. Foto do acervo de Tereza Venturini.


Esporte Clube comercial em outro instantâneo da mesma época. Mingo Macera é o quarto da esq. p'ra direita.


São Bento F.C. em 1949. Nelson Teixeira, Ditinho, Salvador, Procópio, Arnaldo, Joãozinho, Dezoito, Valinho, Rene, Rebolo e Fortaleza.

ESPORTE CLUBE COMERCIAL


A 12 de abril de 1942, foi fundado o Esporte Clube Comercial, uma agremiação esportista com o objetivo de incentivar o esporte amador na cidade com as côres vermelha e branca. Dr. Benedito Alves Delphino, Alvaro Simões de Paiva [pai de Amelia Bertonha] e amigos esportistas foram os principais fundadores. 

Em 11 de julho de 1947, em assembléia-geral mudou-se o nome de Esporte Clube Comercial para Marilia Atlético Clube, elegendo o farmacêutico Antonio Lourenço como diretor.

Dermânio da Silva Lima


Estádio do São Bento in Marília-SP 11 August 1944. The third from the right to left is Valdemar Darin.




Ready, set, go! Dermânio is on the far left wearing a C.T.P. (Companhia Theatral Pedutti) t-shirt. Baurú-SP.


Dermânio doing his best.


Dermânio goes for gold on Rua 1o. de Agosto in Baurú-SP... look at Cine Baurú on the right-hand side.


this is Rua Baptista de Carvalho, in Baurú in the 1940s. It runs parallel to Rua 1o. de Agosto.


Dermânio da Silva Lima, mais conhecido como Dermano, nasceu em Catanduva-SP em 17 Maio 1918, filho de Joaquim Azevedo Lima e Raulina Rosa Lima. A família Lima chegou em Marília em 1927, quando Dermano tinha apenas 9 anos. Com 20 anos, em 1938, venceu a I Corrida Volta de Marília. Em 1946, venceu o Campeonato Nacional em Porto Alegre-RS, além de correr no Campeonato Sul Americano de Santiago de Chile. Dermano se especializou em percursos de 5.000 a 10.000 metros em competições de rua (como a São Silvestre em S.Paulo) e dentro de pistas.

Dermano trabalhava no Cine Marília, da Empresa Teatral Pedutti, sendo diretor de atletismo da C.C.E. da 25a. Região, patrocinada pelos donos da cadeia de cinemas. Em 1948, foi considerado o 3o. melhor atleta do país pela Confederação Brasileira de Desportos. 

Com o crescimento vertiginoso da Empresa Pedutti, Dermano passou a ser piloto do avião da companhia, residindo em Botucatú-SP, sede da empresa. O destino foi trágico com Dermano que tinha tudo para ser feliz. Em 19 Abril 1959, ao decolar do Campo de Marte, em Santana (São Paulo), o avião Bonanza que pilotava fez piruetas no ar e acabou se chocando contra um edifício. Com ele faleceram Abraão Maluf e Sergio Cavalheiros, da Polícia Técnica, que iam à Tupã-SP. 

Durante a existência do Orkut, Regina Perpétuo criou uma comunidade em homenagem a Dermânio. Carlus Maximus deu esse depoimento:

Ótima ideia, Regina. Conheci Demânio na morte, o que mais posso dizer? Eu tinha 10 anos em 1959, quando ele morreu naquele acidente aéreo. Marília era uma cidade de porte médio e quando acontecia algum acidente, como a trágica morte de Dermano, a cidade, praticamente, parava para refletir sobre a vida e a morte. Depois de ouvir a notícia pelo radio, minha mãe, Yolanda Darin, que o conhecera na juventude, falou bastante sobre a amizade que Dermano tivera com o irmão dela Valdemar Darin. Contou que certa vez, Valdemar correra numas das competições junto com Dermano, mas que teve que parar antes do final, devido a um mal súbito. Desmaiara, talvez devido ao esforço grande.

A trágica morte de Dermano comoveu Marília, com seus 60.000 habitantes e quando acontecia algum acidente, como a trágica morte de Dermano, a cidade, praticamente, parava para refletir sobre a vida e a morte.

Seu funeral foi acompanhado por toda cidade, tendo missa rezada pelo bispo Dom Hugo Bressane de Araújo. Uma multidão se concentrou nas cercanias da Rua Paraná, do lado do novíssimo Salão Nobre do Colégio Sagrado Coração de Jesus para ver o caixão. Eu nunca tinha visto tanta gente junta. Eu morava na rua Mato Grosso, e estava do lado da casa de tábuas de Dermano justamente na hora de sair o esquife. Não se conseguia chegar a 30 metros do turbilhão. Muita gente chorava.

O funeral de Dermano foi o mais sensacional que eu presenciei quando criança. E olha que Marília tinha 'funerais espetaculares' quase todos os anos. Ha pouco tempo eu tinha ficado na fila para ver o corpo do Monsignor Bicudo, que morrera em Munique, Bavária, tendo sido embalsamado lá e trasladado para Marília. Mas o funeral de Dermano foi mais comovente. Além do mais, havia um mistério sobre Dermano, já que seu caixão fora 'lacrado', palavra que conheci naquele dia.

Depoimento de Helena Pi - 11 Abril 2012:  O 'tio' Dermânio era meu primo. Agora, relendo o que você postou, volta minha memória àquele dia fatídico, quando foi embora o meu Tio, tio com letra maiúscula porque de bondade não havia ninguém que o suplantasse.


Dermânio se destaca em publicação anual do jornal Correio de Marília de 1948.

Sunday, May 20, 2012

CLARICE SANCHES, Marilia's little star

Every medium-sized town has its own little star. Marilia, which bragged 60,000 inhabitants in 1960 had its own Mary Pickford in the person of sweet Clarice Sanches, who stood out as a singer, actress and MC at religious and civic celebrations. 

Clarice came from a large family. Her brother Nemésio Sanches worked as an announcer at Radio Club de Marilia, which gave her some exposure in the local musical scene especially those radio programmes beamed live from the Auditorium to the whole Western region of S.Paulo state.

Clarice had a clear and cristal voice which she made soar during the Good Friday Procession that was high in the religious calendar in a Catholic city like Marilia. At a few places during the Procession it would stop, someone would bring a chair, Clarice would stand on it and while unwinding a piece of rolled cloth showing Jesus's face inprinted in blood on it, she would sing the most piercing melody to the astonishement of the many faithful.

Circa 1960, Clarice Sanches made a duo with a local tenor singer called Francisco Alves (no relation to 'Chico Viola') and they recorded a 78 rpm single with 'Flor do amor', a slow tune written by song-writer Octavio Lignelli, who accompanied them on his guitar. The record was a local hit and it's now a valuable collector's item.  

Clarice Sanches era cantora, declamadora, sabia tocar piano e fazia as vêzes de 'estrelinha' de Marília nos anos 50. Ermelinda Clarice Sanches era de uma família numerosa. Seu irmão Nemésio Sanches trabalhava na Radio Clube de Marília. Tinha outro irmão chamado Domingos Sanches.

People talk about about Clarice Sanches's times 

"Não sabia que Clarice tinha gravado um disco. Nossa, eu também gostaria de obter mais informações a respeito. Sei que ela foi uma das minhas melhores professoras, aquela em que eu procuro me espelhar. Professora de História por muito tempo no Sagrado Coração de Jesus. Era mestra sábia, amiga, sempre sorridente e bondosa. Aprendi a gostar de História e de Literatura com ela. Ela cantava e muito! Nas procissões da Semana Santa era sempre a Verônica, com sua voz maviosa nos comovia! 

Soube que ela se casou com um medico de Ribeirão Preto-SP, se não me engano. Casara-se um pouco mais velha para a época, uns 30 anos mais ou menos, e que logo apos o casamento começou a sentir-se mal, dores de cabeças fortíssimas. Um tumor no cérebro que a levou a uma mesa de operações; uma lástima pra nós, mortais; uma glória na família celestial, onde ela deve estar cantando com os seus companheiros angelicais! Estou procurando uma foto onde apareço recebendo o diploma do Curso Classico das mãos dela, com o prof. Remo Castelli, outro querido que merece ser lembrado pelo povo de Marilia!"  Depoimento de Margaret Fiorelli.

"O marido de Clarice tem o sobrenome Casarini. Clarice foi homenageada largamente pelos marilienses sendo nome da praça em frente da igreja Santo Antônio. Ha a Escola Estadual "Professora Ermelinda Clarice Sanches" e a Avenida Ermelinda Clarice Sanches Casarini". Depoimento de Regina Perpétuo.

"Clarice Sanches era irmã do Nemésio Sanches, que trabalhou muito tempo na Rádio Clube de Marília, no tempo do sr. Octávio Lignelli. Tinha mais irmãos, dentre eles o Domingos Sanches, que tinha uma propriedade rural na "Agua da Cobra", hoje Amadeu Amaral-SP. Não me lembro qual é exatamente a rua, mas seus pais moravam nas imediações da Rua Piratininga, ou Catanduva, entre a São Luiz e Avenida Santo Antonio. A música que ela gravou, em parceria com o Chico Alves, cantor tambem de nossa cidade, era de autoria do sr. Octávio Lignelli, e sua letra começava assim: "Quando eu a ví perto de mim, vestido verde, olhos negos, sem fim, fiquei alegre, maravilhado com sua beleza, flor do amor, inspiração, a natureza..." e por aí vai. Acho que ainda sei a letra toda". Depoimento de Adalberto Augusto Salzedas.

"Parabéns a todos pelo trabalho de resgate das nossas coisas. Lembro da Clarisse Sanches cantando nas procissões da Santo Antônio. Ela fazia a Verônica. Dos programas da Radio Clube, o Francisco Alves era o nosso 'Rei do Rádio' e a Neusa Maria Martins era a nossa Rainha. O Sabonetão Dias - simpático negrão - corria por fora..." depoimento de Laerte Rojo Rosseto.

'Eu adorava ouvir Clarice cantando 'Ay, peró que te pareces enamorarme de ti' na Radio Clube de Marília.' (título: 'Que te parece?' de Antonio Aguilar) depoimento de Salvador Raymundo Machado

"O nome todo era Joaquim "Sabonetão" Dias. A Neusa Maria era sobrinha do Tony Salerno, ponta direita daquele time de futebol com faixa de campeão que já postaram aqui." depoimento de Adalberto Augusto Salzedas.


Clarice Sanches canta em evento público-religioso acompanhada de Octavio Lignelli, tendo ao lado Francisco Alves, homônimo do 'Rei da Voz', com quem gravou um 78 rpm em dupla, que fez muito sucesso na região mariliense. Padre Millaré segura o microfone. 

Como eu lhe prometí, ai vai a letra inteira da música do sr. Octávio Lignelli, que foi gravada pela Clarice Sanches e pelo Francisco Alves. Uma ou outra palavra pode estar trocada, mas penso estar bem próxima do original. Adalberto Augusto Salzedas.

Flor do amor

Quando eu a vi perto de mim,
vestido verde, olhos negros sem fim,
fiquei alegre, maravilhado, com sua beleza,
flor do amor, inspiração da natureza...

Você transformou meu coração,
seu corpo, seu olhar são a minha emoção.
Meu céu, minha vida, meu grande amor,
Meu romance, minha poesia, e minha dor.

"Querida, sem você eu morrerei,
Minha música não sentirei.
Mas de você nunca esquecerei,
Sempre ao meu lado eu a terei..." (bis)



letra e música: Octavio Lignelli 
gravação em 78 rpm: Clarice Sanches & Francisco Alves
7 September 1947 Parade - Clarice Sanches is seen at centre, just behind Marília Millaré, the girl marked with a blue arrow. (cortesy Dalmacio Jordão)


Clarice Sanches & o Grêmio Dramático Azul & Branco 



Clarice Sanches em peça apresentada no teatro da matriz de Santo Antonio.

"Pois esta é a sede que ficava embaixo da matriz da igreja de Santo Antonio. Fazíamos grandes teatros lá. Minha irmã já colocou fotos da Dardânia, Vera Mansur, Maudiléia Betti e outras. A Clarice Sanches tb tem uma rua com seu nome em Marília: Ermelinda Clarice Sanches Casarini. Salvo engano, fica para os lados da vila Coimbra". 


Clarice Sanches muda de vestidos várias vêzes durante a peça.
outro instantâneo da peça apresentada pelo Grêmio Dramático Azul e Branco.

a peça chega a um ponto altamente dramático com uma aparente desavença entre os membros masculinos do cast.
parece que tudo se ajeita com a chegada de um novo personagem.
a selecta platéia se diverte.

Clarice e duas atrizes comemoram o sucesso da peça, com comes-e-bebes no salão da matriz de Sto. Antonio.
e a festa continua com o retrato de Dom Hugo Bressane na parede.
Clarice era performer no palco e fora dele... mesmo na festinha ela improvisa um ato.
Clarice, 1a. sentada da dir. p'ra esqu, em outra atividade no mesmo salão da matriz de Sto.Antonio.
Clarice recebe prêmio nos anos 50; Wilson Matos segura o microfone da Radio Clube de Marilia.
Julho 1957.
25 Março 1965.
Clarice Sanches & Octavio Lignelli 
 'santinho' da missa de 7o. dia do falecimento de Clarice Sanches em 28 Junho 1971.



Catolicos festejam - 1950s

Coroação de Maria pelas filhas-de-Maria da igreja de Santo Antonio, tendo pe. Fernando Guarda ao fundo.


PROCISSÃO DE CORPUS CHRISTI circa 1950


Corpus Christi era uma data muito importante no calendário católico, pois tem a ver com a base do dogma cristão, de que o corpo-de-Cristo ressucitou e subiu aos céus. Até hoje ainda é feriado, mas nos anos 50, era a terceira festa católica de maior importância, vinda depois do Natal e da Paixão. Aqui vemos uma manifestação de tão grande participação popular que poderíamos dizer que mais de 50% da população da cidade estava marchando ou observando. Naqueles idos tempos a igreja católica conseguia arregimentar um exército de seguidores, sendo segundo-lugar logo depois do próprio Estado em si. É difícil para alguem que vive no seculo XXI entender como era nos anos 1950.

a procissão começa na Avenida Rio Branco para entrar na Avenida logo em seguida.
meninas saudando a Semana Eucarística no início da Procissão na Avenida Rio Branco.
anjos, freiras e padres antecedem a Corpus Christi na Avenida Sampaio Vidal.
a comunidade católica mariliense comparece em massa à procissão.
as meninas saudando a Semana Eucarística chegam à esquina da Avenida com 9 de Julho.
o Tiro de Guerra de Marília também participa da Procissão de Corpus Christi vindo em seguida das meninas.
meninas usando seus vestidos de 1a. comunhão marcham em louvor a Corpus Christi. 
homens católicos desfilam em procissão.
mulheres e suas famílias marcham em procissão em louvor ao Corpo de Cristo.
o andor com Dom Hugo passa na esquina da Avenida com a 9 de Julho.
procissão de Corpus Christi passando em frente do Marilia Tennis Club, indo em direção à rua Paraná.
note a farda de gala da Guarda Civil...
coroínas antecedem o andor - Ramiro Ribeiro is the first on the right swinging the incense burner - com o bispo Dom Hugo segurando o Santíssimo Sacramento.
Dom Ugo Bressane de Araújo, bispo de Marília com o Santissimo Sacramento em andor na procissão.
procissão passa o Cine Marilia, preparando para dobrar a rua Paraná à direita para voltar à Catedral.
enquanto a Procissão não chega, o altar erguido nas majestosas escadarias da catedral espera a multidão...
movimentação de padres e noviços nas escadarias da catedral.
o final da Procissão é na frente da catedral, onde a multidão se aglomera.


PROCISSÃO EM LOUVOR A N.S. D' APPARECIDA circa 1950


 no início a Procissão é ordeira, com o lindo andor em lamê branco em frente e os fiéis seguindo em fila atras.  
o andor é quase esmagado pelos fieis em seu ardôr... olha o buraquinho no lamê branco, de onde o motorista via onde estava indo.
Marília comparece em pêso à Procissão em louvor à N.S. de Aparecida, a padroeira do Brasil.
as autoridades eclesiásticas não se fazem de rogadas e dividem o espaço com os jogadores de bilhar.
o andor com a imagem da Santa é levado pela Avenida Sampaio Vidal.
a impressão que se tem é que a Procissão se tornou uma multidão meio desorganizada com vida própria.
eis o jeep que foi a força-motora debaixo do andor da N.S. Aparecida. Nerino Martini, segurando-se para não cair era dono do Palácio dos Enfeites.
padre levanta a imagem de N.S.Aparecida aos fiéis dentro da matriz de Santo Antonio.
pequeno banquete depois da Primeira Comunhão.
tema: Marilia a Maria, que supõe-se seja a Virgem Maria; com os Pequenos Cantores de Notre Dame.

Coração de Rainha Mirim pelo bispo Dom Bressane de Araújo

Clarice Sanches (cantora), dr. Antonio Augusto Avelar (recitador de poesia), Monsignor José Millaré
Sobrinho (MC) & Octavio Lignelli (diretor-musical) esperam a chamada ao palco-palanque.
o advogado dr. Antonio Augusto Avelar recita um texto no palanque erguido cerca da São Bento.
Dom Hugo Bressane de Araújo faz um pequeno discurso.
Dom Hugo Bressane ajuda a pequena Rainha a descer de seu trono.
a menina não se esquece de beijar o anel do prelado...
Monsignor Millaré ajuda a pequena Rainha a se movimentar...

e o povo mirim de Marília comparece em massa,  mesmo que o evento seja noturno. Naquele tempo não havia TV e havia cidadania para se andar nas ruas a pé depois do por do sol... Ainda não havia apartheid social e cultural imposto a partir de 1964.
o entusisasmo mirim é visível...

Reconhecimento e agradecimento:  todas as fotos aqui postadas foram cedidas por Wilza Aurora Matos Teixeira do grupo 'Memoria de Marilia' hospedado no Facebook. Agradecemos à Wilza pelo trabalho incrível de pesquisa que ela faz e a enorme gentileza em deixar copiar todo esse material.

Monsignor Luiz Bicudo posa com fiéis na escadaria ainda não terminada da Catedral de São Bento.