Tuesday, July 31, 2012

DOWNTOWN

Hotel São Bento in the 1934.
Avenida Sampaio Vidal in the 1930s with at least one plank-house left out.
Avenida in the 1940s. 
Avenida Sampaio Vidal corner with rua 9 de Julho in the 1930s.
ângulo inusitado do centro de Marília.
Edifício Marília em construção - 1950?.
Rua 9 de Julho, vendo-se o Edifício Marília na esquina com a Avenida - circa 1953.
Rua 9 de Julho, Relojoaria Omega e Edifício Marília.
mesma rua 9 de Julho vista do lado oposto, ônibus Vila Miranda vindo em direção à Avenida.
same street block seen from above - photo probably taken from Edifico Marilia; Avenida Carlos Gomes crosses Rua 9 de Julho and further down Avenida Maua (where Mesbla used to be) crosses it too.
majestoso Edifício Marilia em toda sua imponência... quase pronto.
'A Predilect' loja que vendia bilhetes de loteria.
Avenida Sampaio Vidal com rua Prudente de Moraes circa 1940s.
mesma esquina da Avenida com Prudente.
Domingo de manhã na esquina da Prudente de Moraes com a 4 de Abril, vendo-se Casa Econômica.
Paço Municipal, feito ao mesmo tempo que se construía Brasília, tem as linhas de Oscar Neymeier.
Marília vista do alto... December 1960.
Jardineira poderosa com bagageiro no teto...

Friday, July 27, 2012

OUTSKIRTS

Marilia in a 1931 (or 1937) photo. It is hard to identify what part of the town that would be as there are not a outstanding public building but only houses made of wood.
rua Paraíba perto da linha do trem. 

outra rua perto da linha do trem - 1939. 
seqüência da anterior - 1939.
calçamento de rua com paralelepípedos... 1950s.
instalação de galerias de rede de água e esgôto.

Vila São Miguel in 1957 at the fork of Avenida Castro Alves (right) and Avenida Nelson Spielmann (left). In the background one can see Matarazzo's Industrial Complex that produced vegetable oil and other staff.

These are nostalgic pictures, as our friend Capelini has mentioned. When I was a boy in the sixties I used to walk or ride my bycicle around town. Marilia smelled of peanuts and cotton seeds being processed into vegetable oil by Matarazzo, Zillo and other industrial plants. Otherwise it was the sweet smell of coffee beans being rosted at America's industrial ovens, on 9 de Julho Street near the town market. Sometimes it would be the aromatic smell coming from the biscuit and sweet factories. All these smells impregnated our lives forever. Cz.dos Reis - 27 September 2012.
This picture really tags at my heart. It is near where my dearest Aunt Mariquinha used to live on rua Santa Ernestina.
Rua São Luiz in the block that stretches from Rua Taquaritinga up to Rua Catanduva. 
Rua São Luiz in the early 1950s.
Rua São Luiz com a Rua São Carlos. No fundo, canto esquerdo, nota-se o salão na esquina da Rua XV de Novembro. (The information was supplied by Fabio Vasconcelos & Luiz Carlos Martin Morilhas). 
this should be on 'Warehouses and Stores' but we don't have as many of them to warrant such a title...
the same warehouse packed with coffee sacks...
Rua Mato Grosso, 200 e pouco...

This is rua 24 de Dezembro seen from rua Catanduva. See Edificio Marilia under construction - on the left - on top of the hill... so this photo must have been taken in 1954. See Santo Antonio's church on the far right with no towers yet.

One takes a left turn from rua 24 and one will get to rua XV de Novembro; then rua São Luiz; next is rua 4 de Abril and finally Avenida Sampaio Vidal.

One takes a right turn from rua 24 and owe will get to rua Santo Antonio; then rua Lima e Costa; rua Bom Fim; rua Rodrigues Alves and finally rua Coroados.

Going down rua 24 from rua Catanduva one will get to rua Piratininga; rua São Carlos; rua Araraquara; rua Pe. José de Anchieta; rua Arco Verde; rua Campos Salles; rua Paes Leme; rua Prudente de Morais; rua 9 de Julho; rua D. Pedro II and finally rua Coronel Galdino de Almeida.

This is real Outskirts... one can see Saint Anthony's church on the far-away right and Edificio Marilia on the far-away left. See the papaya trees on house's gardens? Marilia reminds me of green papayas. Women used to make jelly out of green papayas... I don't know if they still do.
Santa Casa - a Catholic hospice on the other side of town in the 1950s.
This is a German-made three-wheeled small truck that was quite common in Marilia in the 1950s. Turma - Transportes Urbanos Marília - the company that imported and used them had their head-quarters on Rua 4 de Abril opposite number 637.
this is a 1952 Tempo Boy model - not as popular as the previous one though...
if you look hard you'll find on the left-hand side of the street a little three-wheeled-Tempo parked at the corner...
rua Coronel Galdino corner of rua 4 de Abtril - 1940s.

Avenida Brasil seen from rua Paraná in the 1970s.
typical house made out of timber planks.

What is it? Is it a ship? No, it's just an architect's dream: a house built at the junction of two streets. The one on the left is Avenida Sampaio Vidal and the one on the right is Rua 4 de Abril. It was demolished in the 1970s to have a bridge built on its place to cross over to the other side of the train line. This bridge has been torn down in the 2000s.

Gasoline station at the corner of Rua Duque de Caxias and Rua Coronel Galdino de Almeida circa 1940 or even earlier.

MARILIA'S GRAVE YARD

this is an early shot of Cemiterio da Saudade that was built in the outskirts of town in the mid-1920s. My grandfather Giovanni Battista Darin arrived in Marilia with his family in November 1927. Less than a year later on 20th September 1928 his brother Francesco Darin died and was buried near the main gate which shows prominently on the photo. Toni Darin's toddler Antonio Darin Filho died on 20 September 1929 and then Elisa & Rissieri Darin's only daughter Lilia Therezinha died a month later on 25 October 1929 and were all buried in the same grave near the main entrance. Part of the Darin family was really scared of so many deaths and decided to go back to São José do Rio Pardo where they had come from about 2 years before and the graves were left unattended.

In the 1940s the local Council (Prefeitura) built a new brick wall around the Cemetery and those graves near the entrance were either transfered or simply destroyed with the remaining bones being taken and thrown into a common grave they called 'Cruzeiro' (Crosses). At Dia-dos-Finados (All Souls' Day) on 2nd November people usually light candles near this mass-grave that burn the whole day. The grave-yard management makes sure the fire is put out before they close down at the end of the day.

Praça Athos Fragata 1973 - some comments about this photo done at facebook:

Jarnaldo Nunes: 'Buscávamos água no Poço Artesiano da Anderson Clayton, ao lado do Estádio e entregávamos o leite produzido no sitio para pausterização Iacri na Tiradentes; estrada de terra assim como a estradinha que hoje é a Avenida Esmeralda'; Luiz Japa Sakaghute Costa: 'Olha o ônibus do Jockey Club! Mauricio Diniz: ...'e o coreto lá no fundo!'

João Camilo: 'Cruzei essa passagem em 1963, às 22 horas com uma carroça de roda de madeira, raiada, puxada por um cavalo e uma mula, vinda água da Fanchona-Echaporã, com destino a Dirceu. Me lembro que a Anderson Clayton tinha sempre um aroma muito agradável!'  Wanda Queiroz Ferreira: 'Quantas vezes fomos buscar água na Anderson Clayton indo pela Rua Vicente Ferreira... morávamos na Rua Goiáz!!' 

Akikazu Tane: 'Me levou à minha infância e juventude. Morava no início da Av. Pedro de Toledo, bem próximo a essa passagem-de-nivel. A turma da rua jogava futebol no gramado da Anderson & Clayton e à tarde, às 17:00 passava o trem de passageiros que vinha de São Paulo.'

Nelson Fukai: Foi nessa passagem que, por volta de 1966-1967, um Kombi com torcedores do Garça F.C. foi apedrejada pelos torcedores do São Bento F.C., o que estremeceu a relação entre as duas cidades. Lembro que tinha uns jovens garcenses que faziam o curso Cientifico no Instituto de Educação e sofreram alguma perseguição. A selvageria das torcidas de futebol já existia naquela época.

Maria Angela Asperti Nardi: Meu pai tinha máquina de beneficiar arroz em frente a antiga Melhoramentos, na Avenida Tiradentes. Acho que não tinha esse nome ainda. Um dia, vinha minha mãe com sua perua Rural Willys, azul-e-branca, com duas filhas dentro. A Rural afogou justo em cima da linha do trem e foi o tempo de sair com as meninas, o trem arrastou a perua. Foi um belo susto pois os funcionários da Máquina gritavam que o trem tinha pegado minha mãe.


Rua Prudente de Morais entre a XV de Novembro e a 24 de Dezembro; a erquerda o jardim da casa do Dr. Coriolano de Carvalho e a casa dos Chaia (Gilberto Giometti's info. on Facebook).
Serraria Casadei in 1952; according to Gilberto Casadei de Baptista: the saw-mill was at the block formed by rua Nelson Spielmann, rua Almirante Barroso, rua Osvaldo Cruz e rua Pedro de Toledo. Owned by my grand-father Marino Casadei & his brothers Lazarino and João. 

Tuesday, July 24, 2012

Wilson Matos & Aurora Ramos - 1958

Aurora Ramos em cerimônia escolar no Cine Marília na década de 1950.
Wilson Matos e Aurora Ramos no dia do casamento no civil, vendo-se Antonio Ramos, pai da noiva, imigrante português ao lado da filha.
sr. José Alfredo de Almeida conduz Aurora ao altar da Igreja de Santo Antonio.
18 Dezembro 1958.
Wilson Matos casa-se com Aurora Ramos na igreja de Santo Antonio - 18 Dez 1958.
sr. Antonio Ramos (administrador da Fazenda Bonfim por 40 anos) Padre Cesar, Wilson Matos & Aurora.
Aurora e Wilson posam em frente do painel de fotos dos formandos de 1960.
Aurora Ramos Matos, desaparecida trágicamente em 1963.
Aurora segura Wilza no colo enquanto Wilson cuida de Denise.



todas as fotos dessa postagem são cortesia de Wilza Aurora Matos.