Thursday, August 9, 2012

Cia. Paulista de Estrada de Ferro





Trem da Cia. Paulista - prolongamento de Piratininga - linha que seguia para o Alto Cafezal (depois conhecida como Marília) e São Luiz. Foto tirada em Cabrália Paulista-SP.

Os trilhos da Cia. Paulista de Estrada de Ferro chegaram em Marília no dia 1o. de Maio de 1928, mas o primeiro trem de passageiros só aportou na estação em 30 de Dezembro de 1928.
Povo mariliense esperando o primeiro trem da Cia.Paulista em 1928. Note como o uso de chapéu por homens era universal, inclusive meninos usando boinas - no primeiro plano à esquerda.
Photographia apanhada por occasião da chegada do lastro, da Companhia Paulista, em Marília, em 1o. de Maio de 1928. Note que a locomotiva foi emprestada da Estrada de Ferro Araraquarense.  

Revista anual do jornal 'Correio de Marília', publicada em 1937, mostrando os últimos avanços econômicos em Marília. 
Estação da Paulista em 27 de Outubro de 1945.

by the look of the locomotive and the cars it must be early 1950s. 
Little boy whose father probably worked for Companhia Paulista de Estradas de Ferro; Maria Regina Souza actually wrote: essa foto foi tirada bem em frente da casa número 9, casa do meu avô. Esse menino sentado no muro é meu irmão. Ela retrata bem como eram as casas da Colônia. Uma área comum em frente às casas e escadas para sair no pátio. Meu primo Eduardo Ferreira da Graça a postou. 
Esperança Terrão Fernandes na janela de sua casa na Colônia da Cia. Paulista. Foto postada por seu filho Eduardo Ferreira da Graça, que lá morou entre 1954 e 1965. 
A casa no.1 da Colônia da Cia. Paulista. A única de madeira. Na janela o sr. Domingos (se não me engano). texto de Eduardo Ferreira da Graça.

Angela Christina diz: Me recordo que, na minha infância, a casa no. 1 era a que tinha o maior quintal. Eu morava na casa no.3 - Rua Nove de Julho, 912. 
Marilia's train line and warehouses in the 1950s.


Rubens Barbosa de Moraes wrote in Facebook: Naquele tempo, para orientar os aviões, era costume escrever em local de destaque o nome da cidade, e um dos armazéns da Cia. Paulista de E.F. na Estação de Marilia tinha o nome da cidade com uma seta indicando a direção do aeroporto. Muitos anos depois foi inventado o 'Radio Farol', que indicava a localização do Campo de Aviação. 

Funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro - do início dos anos 40. Meu pai, Oswaldo Ramos Mendes -o seu Ramos, é o quarto da direita para a esquerda na fila do meio: está de paletó preto e o seu inseperável boné da Paulista. Depoimento de Osvaldo Mendes.

Meu avô, Diogo Terrão Fernandes é o 7o. da dir. p'ra esq. na fila do meio, com paletozão brano, e atrás dele, com paletó beige está seu irmão, meu tio José Terrão Fernandes. Depoimento de Eduardo Ferreira da Graça.

Meu avô Diogo Terron Fernandes, está na fileira do meio, bem na direção da janela do meio, de paletó branco e com o referido boné. Meu tio José Terron, vizinho da família Milaré e muito amigo, além, de ser vizinho de vocês, Oswaldo. Seu pai, nosso conhecido, que trabalhava diretamente com meu avô também aí na foto Diogo Terrão Fernandes. Quando naturalizaram meu avô, trocaram o sobrenome de Terron para Terrão. Depoimento: Maria Regina Souza.

Obrigada ao meu primo Eduardo Ferreira da Graça, por ter colocado essa foto. Falar da estação e dos trens nos emociona e remete ao passado com muita coisa para contar. Nossa infância foi toda por lá, uma vez que nossos avós moravam na casa no. 9 da Colônia da Paulista. Depoimento de Maria Regina Souza.

Garça station in the 1950s.
Garça from another angle circa 1950.

Cia.Paulista de Estrada de Ferro stations in the 1930s. They obeyed an alphabetical order. Some of the towns changed their names as soon as they could. Kentuckia changed its name to Vera Cruz.

Alba,
Brasilia,
Cabrália Paulista,
Duartina,
Esmeralda,
Fernão Dias,
Galia,
Hispéria (estação-posto dentro da Fazenda Igurê)
Incas (Italina e depois, Garça]
Jafa,
Kentuckia (Vera Cruz),
Lácio,
Marilia,
Padre Nóbrega,
Oriente,
Pompeia,
Quintana,
Rinpolois,
Santana (Herculândia),
Tupã,
Universo,
V
X
Yacri,
Z.

O ferroviário João Beiro, pai do Antonio Beiro, posa com sua neta Patricia Beiro Sparapane no portão da plataforma da Estação Ferroviária de Marília em 1963.
a Estação Rodoviária de Marília em seu tempo áureo, anos 1950.
Passagem sobre o Rio Tietê perto de Itirapina-SP.
 a estação de Padre Nóbrega fotografada em 1982.
carro dormitório.
1975.
magnificent photo taken by Manuel Joaquim Pires - shows what's become of what once was a powerful system of communication.
another photo taken by Manuel Pires.
Manuel Pires knew the time stood still for those who once lived such a beautiful life in Marilia... when he took this melancholy photo.

The town clock in the market square
stands waiting for the hour
when its hands they both turn backwards
and on meeting will devour.

Both themselves and also any fool
who dares to tell the time
and the sun and moon will shatter
and the signposts cease to sign.

'Homburg' recorded by Procol Harum in 1967
written by pianist Gary Brooker and lyricist Keith Reid.

20 Janeiro 1951, entre Pompéia e Paulópolis houve um acidente grande com o trem de passageiros PJ-1 da Cia.Paulista, procedente de São Paulo. (Regina Perpetuo).
Estação Ferroviária de Marilia já nos anos 1960s.
Estação Rodoviária no início dos anos 1950s. 
Estação Rodoviária vista do lado de cá (sul) da linha de trem. 
Anos 1930s, jardineiras e carros particulares esperavam quem vinha de trem de São Paulo.
medium-sized busses called 'jardineiras' by the populace served Marilia, Padre Nobrega, Oriente, Pompeia & other smaller placer. 


Serviço de buffet - serviço executado pelos carros-restaurantes dos trens noturnos ou diurnos de movimento reduzido: os preços estão marcados em Cruzeiro Novo (NCr$) que foi uma moeda do Brasil que circulou transitoriamente entre 13 Fevereiro 1967 a 14 Maio 1970. 

2. Sopa do dia (1.20); 3. porção arroz (1.00); 4. bife simples (3.50); 5. bife com batatas (4.50)...

essa foto do carro-restaurante é provavelmente da mesma época do menu: 1970.

1 comment:

  1. Foi uma surpresa emocionante ter encontrado fotos de minha infância em Marília, não tinha quase nada daquela época, fotografia era um luxo.
    Encontrei meu pai, Armando Roveran, na foto dos funcionários da ferrovia, na fila dos sentados, é o 2° da direita para a esquerda.
    Lembro-me do Sr. Diogo, me emocionei de novo vendo Esperança na janela, que me lembrei na hora, apesar de ter uns 10 anos, na época.
    Na casa 1, de quintal grande, na janela, é o Sr. Domingos mesmo.
    O chefe da estação morava na casa 15, que era uma chácara com criação de galinhas, perús e com muitas árvores frutíferas, nossa turma de moleques sempre roubava frutas sob o olhar complacente do dono.
    Lembro-me de quase todos da colônia de casas da Paulista.
    Estive em Marília para ver como estava minha casa (12) e encontrei um terminal rodoviário no lugar. Uma tristeza.
    A estação, abandonada de dar dó. A Prefeitura poderia restaurar e torná-la um centro cultural, como fez Curitiba com sua estação ferroviária, onde há shows musicais, livrarias, barzinhos, uma excelente opção de lazer para a população, além de preservar a memória da cidade.
    Tomara que o prefeito leia esta sugestão.
    Quem tiver mais fotos, coloque, rever é reviver este bons tempos. Obrigado a quem postou.

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